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Megatendências da Engenharia do Ambiente debatidas na FEUP

Notícia 15 Março, 2019

Houve Engenharia em debate, no VIII Fórum do Ambiente da FEUP, organizado pelo NEEA – Núcleo de Estudantes de Engenharia do Ambiente e pela direção do curso do Mestrado Integrado de Engenharia do Ambiente, no passado dia 13 de março.

Perante uma plateia de cerca de 200 estudantes de Engenharia, Maria João Teles, recém eleita coordenadora do Colégio de Engenharia do Ambiente da OERN e Ana Teixeira, vogal do mesmo órgão, fizeram parte de um painel, moderado por Joaquim Poças Martins, presidente da OERN, subordinado ao tema “Engenharia do Ambiente na sociedade”.

“Existem cinco grandes megatendências que irão conduzir a um novo paradigma de transição para uma economia global mais sustentável. “Os desafios e oportunidades desta transição requerem a intervenção de Engenheiros capazes de interligar matérias multidisciplinares e as dimensões ambientais, sociais e económicas pelo que a Engenharia do Ambiente tem um papel relevante nos vários domínios da sociedade.”, defendeu Maria João Teles.

Durante a sua intervenção, a mesma responsável, explanou as formas como os estudantes podem passar a ser membros da Ordem, apresentando também os benefícios e regalias de integrar esta organização. Lembrou também que é  “um prestígio pertencer a uma associação profissional que é responsável pela atribuição do título de engenheiro.”

Os atos de Engenharia foram também abordados, dado a sua importância no exercício da profissão. “Existem atos de Engenharia regulados que só podem ser executados por engenheiros, ou seja membros da Ordem dos Engenheiros”, porém também os “atos não regulados” defende a Ordem “devem ser realizados por engenheiros como uma prova de confiança junto da sociedade.” Explicou Ana Teixeira lembrando ainda que “o reconhecimento e defesa da Engenharia do Ambiente só é possível com a participação de todos, integrados numa associação profissional como a Ordem dos Engenheiros”.

Quando questionado sobre a principal vantagem dos estudantes do 1º ano ingressarem desde logo na OE, Poças Martins realçou “o factor de aceleração, que permite os membros estudantes terem acesso a um conjunto de informação e contacto direto com engenheiros mais experientes, alcançando um maior conhecimento do mercado e, portanto estarem mais bem preparados, comparativamente aqueles que apenas se inscrevem quando já terminaram os seus cursos. Para além disso, a participação na Ordem dos Engenheiros é um factor diferenciador valorizado no mercado de trabalho”. Concluiu.